Vi o homem rico fazer uso imoral do direito De ganhar a vida. Vejo o homem pobre, débil E febril aceitando árduos acordos com receio do seu fim. É o poder! É o poder que a nódoa humana mais admira neste local profano.
Vi o homem rico fazer uso imoral do direito De ganhar a vida. Vejo o homem pobre, débil E febril aceitando árduos acordos com receio do seu fim. É o poder! É o poder que a nódoa humana mais admira neste local profano.